Jonathas Maresia e Rafael Maynart
Atualizada às 19h00
Familiares da idosa Maria Alves Brasil, de 85 anos, denunciaram, na tarde desta terça-feira (23), que o Hospital Maceió se negou a cumprir uma decisão judicial que versa sobre a transferência da paciente para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Eles alegam que a idosa sofre de uma grave cardiopatia e, por isso, necessita de cuidados médicos especiais.
De acordo com a neta da paciente, Camyla Paranhos, a família recorreu à Justiça após observar que a sua avó não estava recebendo a atenção necessária na referida unidade de saúde. Ela relata que duas decisões judiciais asseguram a transferência da paciente, além da internação da paciente em qualquer hospital, da rede pública ou privada, que disponha de um leito vago de UTI.
“Os responsáveis pelo hospital alegam que só vão transferir quando tiverem em mãos um outro laudo médico sobre o caso da minha avó. Isso é um absurdo. Todos sabem que decisão da Justiça deve ser cumprida. Havendo discordância, há a possibilidade de se recorrer. Porém, minha avó precisa ser transferida imediatamente”, destacou Paranhos.
No começo da tarde desta terça-feira, um oficial de Justiça, acompanhando de militares do 4º Batalhão, foi até o hospital para fazer cumprir a decisão do juiz Pedro Ivens. Segundo familiares da paciente, o diretor da unidade teria se escondido para não receber a ordem judicial.
Segundo o tenente Anderson, do 4º BPM, o oficial se dirigiu à unidade de saúde já pela terceira vez, já que não conseguiu entregar a determinação nas tentativas anteriores. Hoje, ainda segundo o militar, funcionários do hospital teriam relatado que o diretor responsável pela transferência da paciente não se encontrava no momento. Porém, o carro dele estaria estacionado à porta da unidade, segundo garantiu familiares da paciente.
Diante da negativa e do confronto de informações, o oficial solicitou a presença da polícia no hospital. Ainda segundo o tenente Anderson, caso a decisão judicial não seja cumprida nesta terça-feira, o diretor pode ser preso e encaminhado à Central de Flagrantes.
Por meio nota à imprensa, o hospital Maceió esclareceu as denúncias realizadas pela família da idosa. De acordo com o assessoria, a paciente recebeu integral atendimento médico-hospitalar nas dependências do hospital, onde foi internada duas vezes neste mês de junho, não lhe sendo negado quaisquer recursos assistenciais, profissionais e estruturais.
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Confira a nota
A paciente, Maria Alves Brasil, recebeu integral atendimento médico-hospitalar nas dependências do hospital, onde foi internada duas vezes neste mês de junho, não lhe sendo negado quaisquer recursos assistenciais, profissionais e estruturais.
A operadora tem total convicção de que todo o tratamento necessário à paciente Maria Brasil foi ofertado, não lhe sendo negligenciado qualquer tipo de assistência, sempre com o devido acompanhamento de equipe médica altamente capacitada.
Tendo a paciente avaliada pelo melhor especialista de Arritmologia, referencia no estado. As condições para recebe-la foram adequadas ao seu quadro clínico. O caso citado já foi solucionado pela nossa equipe, que reforça o compromisso com o conforto e bem-estar dos seus usuários.
Familiares da idosa Maria Alves Brasil, de 85 anos, denunciaram, na tarde desta terça-feira (23), que o Hospital Maceió se negou a cumprir uma decisão judicial que versa sobre a transferência da paciente para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Eles alegam que a idosa sofre de uma grave cardiopatia e, por isso, necessita de cuidados médicos especiais.
De acordo com a neta da paciente, Camyla Paranhos, a família recorreu à Justiça após observar que a sua avó não estava recebendo a atenção necessária na referida unidade de saúde. Ela relata que duas decisões judiciais asseguram a transferência da paciente, além da internação da paciente em qualquer hospital, da rede pública ou privada, que disponha de um leito vago de UTI.
“Os responsáveis pelo hospital alegam que só vão transferir quando tiverem em mãos um outro laudo médico sobre o caso da minha avó. Isso é um absurdo. Todos sabem que decisão da Justiça deve ser cumprida. Havendo discordância, há a possibilidade de se recorrer. Porém, minha avó precisa ser transferida imediatamente”, destacou Paranhos.
No começo da tarde desta terça-feira, um oficial de Justiça, acompanhando de militares do 4º Batalhão, foi até o hospital para fazer cumprir a decisão do juiz Pedro Ivens. Segundo familiares da paciente, o diretor da unidade teria se escondido para não receber a ordem judicial.
Segundo o tenente Anderson, do 4º BPM, o oficial se dirigiu à unidade de saúde já pela terceira vez, já que não conseguiu entregar a determinação nas tentativas anteriores. Hoje, ainda segundo o militar, funcionários do hospital teriam relatado que o diretor responsável pela transferência da paciente não se encontrava no momento. Porém, o carro dele estaria estacionado à porta da unidade, segundo garantiu familiares da paciente.
Diante da negativa e do confronto de informações, o oficial solicitou a presença da polícia no hospital. Ainda segundo o tenente Anderson, caso a decisão judicial não seja cumprida nesta terça-feira, o diretor pode ser preso e encaminhado à Central de Flagrantes.
Por meio nota à imprensa, o hospital Maceió esclareceu as denúncias realizadas pela família da idosa. De acordo com o assessoria, a paciente recebeu integral atendimento médico-hospitalar nas dependências do hospital, onde foi internada duas vezes neste mês de junho, não lhe sendo negado quaisquer recursos assistenciais, profissionais e estruturais.
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Confira a nota
A paciente, Maria Alves Brasil, recebeu integral atendimento médico-hospitalar nas dependências do hospital, onde foi internada duas vezes neste mês de junho, não lhe sendo negado quaisquer recursos assistenciais, profissionais e estruturais.
A operadora tem total convicção de que todo o tratamento necessário à paciente Maria Brasil foi ofertado, não lhe sendo negligenciado qualquer tipo de assistência, sempre com o devido acompanhamento de equipe médica altamente capacitada.
Tendo a paciente avaliada pelo melhor especialista de Arritmologia, referencia no estado. As condições para recebe-la foram adequadas ao seu quadro clínico. O caso citado já foi solucionado pela nossa equipe, que reforça o compromisso com o conforto e bem-estar dos seus usuários.
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