O clima de tranquilidade predomina na cidade de Pilar, região Metropolitana de Maceió. O aposentado Adilson Francisco da Silva, 81, é a prova de que os moradores do município se sentem cada vez mais seguros. Todos os dias ele coloca a cadeira para fora de casa e aproveita os fins de tarde sentando na porta. “Hoje eu consigo ficar aqui admirando a minha linda Pilar sem medo”, diz. Nem parece a mesma cidade que meses atrás liderava o ranking das cidades mais violentas do país. O Sr. Adeilson Francisco da Silva senta todos os dias na porta de casa para aproveitar a cidade.
(Foto: Michelle Farias/G1)
No próximo domingo, dia 18 de maio, faz seis meses que o município recebeu, oficialmente, o reforço da Polícia Militar e da Força Nacional e, segundo os moradores, a intervenção policial surtiu efeito. A reportagem do G1 percorreu a cidade nos últimos dias e conversou com alguns moradores. Jaciane Mendonça tem uma loja de conveniência no centro da cidade e diz que se sente mais segura para continuar com o negócio.
“Quando a cidade estava violenta ninguém via a polícia passar e eu pensei em abandonar o ramo. Agora, a polícia sempre passa por aqui e faz abordagens e prisões. Pelo dia, tudo é mais tranquilo, mas a noite ainda tenho medo de sair de casa”, afirma.
Apesar dos esforços da polícia, no último fim de semana, dois corpos foram encontrados em um matagal na cidade. Entre eles o sobrinho da comerciante identificada apenas como Maria, que iria completar 18 anos no próximo mês. Segundo ela, o jovem tinha envolvimento com o tráfico de drogas e havia se desentendido com o ex-companheiro da sua namorada.

Lojistas ficam mais seguros com as rondas da Polícia Militar (Foto: Michelle Farias/G1)
“Infelizmente a polícia não tinha como evitar esse crime. Sei que ele procurou esse caminho, mas quem sofre é a família. A cidade está bem mais tranquila, sempre passa uma viatura da polícia por aqui, mas acho que não é o bastante. Acredito que só os policiais da Força Nacional conseguem acabar de vez com essa onda de violência”, frisa.
O promotor de Justiça Jorge Dórea diz que nos últimos seis meses, foram registrados apenas três homicídios em Pilar. “Praticamente zeramos o número de homicídios. O clima está bem diferente, é como se os criminosos estivessem respeitando a polícia e todos os nossos esforços para combater a criminalidade”, diz.
No dia 18 de novembro de 2013, o então secretário da Defesa Social, Dário César, anunciou, após o assassinato brutal de Maria Cícera da Silva, 27, e da filha Yasmin Stefani, de dois anos e sete meses, baleadas dentro de um táxi no terminal rodoviário da Chã do Pilar, que uma força-tarefa iria intervir na cidade. O capitão Malinovisk, da Força Nacional, disse que os policiais ficaram cerca de 30 dias em Pilar e só saíram após a queda acentuada no número de homicídios.
“A Força Nacional cumpriu o seu papel, como não havia mais homicídios, tivemos que sair da cidade e ir para outras localidades que precisam. Nós só atuamos em áreas violentas, quando não há mais nada o que fazer, nós temos que sair. Cabe à PM cuidar agora da cidade de Pilar”, afirma.
O comandante do 8º Batalhão, que atua na cidade de Pilar, tenente-coronel Silvestre, diz que mantém duas viaturas com duas guarnições em constantes rondas no município para combater a criminalidade. “Fazemos sempre abordagens e continuamos com as investigações e, com isso, conseguimos retirar mais criminosos da cidade. Nossa maior preocupação é manter o clima de paz que foi instaurado na cidade após a intervenção policial”, afirma.
Por g1/al
(Foto: Michelle Farias/G1)
No próximo domingo, dia 18 de maio, faz seis meses que o município recebeu, oficialmente, o reforço da Polícia Militar e da Força Nacional e, segundo os moradores, a intervenção policial surtiu efeito. A reportagem do G1 percorreu a cidade nos últimos dias e conversou com alguns moradores. Jaciane Mendonça tem uma loja de conveniência no centro da cidade e diz que se sente mais segura para continuar com o negócio.
“Quando a cidade estava violenta ninguém via a polícia passar e eu pensei em abandonar o ramo. Agora, a polícia sempre passa por aqui e faz abordagens e prisões. Pelo dia, tudo é mais tranquilo, mas a noite ainda tenho medo de sair de casa”, afirma.
Apesar dos esforços da polícia, no último fim de semana, dois corpos foram encontrados em um matagal na cidade. Entre eles o sobrinho da comerciante identificada apenas como Maria, que iria completar 18 anos no próximo mês. Segundo ela, o jovem tinha envolvimento com o tráfico de drogas e havia se desentendido com o ex-companheiro da sua namorada.
Lojistas ficam mais seguros com as rondas da Polícia Militar (Foto: Michelle Farias/G1)
“Infelizmente a polícia não tinha como evitar esse crime. Sei que ele procurou esse caminho, mas quem sofre é a família. A cidade está bem mais tranquila, sempre passa uma viatura da polícia por aqui, mas acho que não é o bastante. Acredito que só os policiais da Força Nacional conseguem acabar de vez com essa onda de violência”, frisa.
O promotor de Justiça Jorge Dórea diz que nos últimos seis meses, foram registrados apenas três homicídios em Pilar. “Praticamente zeramos o número de homicídios. O clima está bem diferente, é como se os criminosos estivessem respeitando a polícia e todos os nossos esforços para combater a criminalidade”, diz.
Táxi onde mãe e filha foram assassinadas em
Pilar (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Intervenção PolicialPilar (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
No dia 18 de novembro de 2013, o então secretário da Defesa Social, Dário César, anunciou, após o assassinato brutal de Maria Cícera da Silva, 27, e da filha Yasmin Stefani, de dois anos e sete meses, baleadas dentro de um táxi no terminal rodoviário da Chã do Pilar, que uma força-tarefa iria intervir na cidade. O capitão Malinovisk, da Força Nacional, disse que os policiais ficaram cerca de 30 dias em Pilar e só saíram após a queda acentuada no número de homicídios.
“A Força Nacional cumpriu o seu papel, como não havia mais homicídios, tivemos que sair da cidade e ir para outras localidades que precisam. Nós só atuamos em áreas violentas, quando não há mais nada o que fazer, nós temos que sair. Cabe à PM cuidar agora da cidade de Pilar”, afirma.
O comandante do 8º Batalhão, que atua na cidade de Pilar, tenente-coronel Silvestre, diz que mantém duas viaturas com duas guarnições em constantes rondas no município para combater a criminalidade. “Fazemos sempre abordagens e continuamos com as investigações e, com isso, conseguimos retirar mais criminosos da cidade. Nossa maior preocupação é manter o clima de paz que foi instaurado na cidade após a intervenção policial”, afirma.
Por g1/al
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