Jonathas Maresia
Presença quase que diária nas páginas policiais, a Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas (ALE) se prepara para o início de mais uma legislatura. A partir do dia 1º de fevereiro, novos e velhos conhecidos tomam posse para exercer os mandatos na 18ª Legislatura. Em meio à varredura que o Ministério Público Estadual (MPE/AL) realiza nas contas do Parlamento, os integrantes da Casa de Tavares Bastos discutem a composição da não tão nova Mesa Diretora. Candidato único à presidência da ALE, o conhecido deputado Luiz Dantas (PMDB) propõe uma Assembleia Legislativa longe da polícia, em consonância com o grito das ruas, transparente e com responsabilidade com os recursos públicos.
O próximo presidente vai encontrar um Parlamento com sérios e históricos problemas estruturais, que vão desde a ausência de transparência na alocação dos recursos até o não pagamento de salários, férias e 13º. Situação essa que se repente ao final de cada ano.
Candidato para suceder o deputado Antônio Albuquerque (PRTB) na chefia da gestão da ALE, Dantas diz conhecer de perto a realidade que promete superar por meio do diálogo, seja com os colegas de mandato ou com os servidores da Casa de Tavares Bastos. A composição política para levá-lo a presidência teria o apoio de 19 dos 27 deputados. O líder do PT na Casa, deputado Ronaldo Medeiros (PT), deve ocupar a vice-presidência.
“Sou candidato. É preciso ter calma e buscar o diálogo com todos. Acredito que podemos superar todos esses problemas. Meu objetivo, como presidente, é trazer uma Assembleia mais próxima da população, que discuta Alagoas sempre. Acredito que com um trabalho sério e eficiente é possível resgatar o respeito e admiração do povo pelo Parlamento”, resumiu Dantas, que não quis adiantar quantos votos já têm em torno do nome peemedebista.
“Ainda estamos conversando com todos. É um trabalho de composição, ouvindo um a um”, completou ele. O discurso de resgate moral da Assembleia foi reforçando por Medeiros.
Duodécimo
Os futuros integrantes da Mesa terão um gordo duodécimo para realizar os ordenamentos de despesas da Assembleia. O Poder Executivo deve enviar mais de R$ 191 milhões nos próximos 11 meses, cerca de R$ 15,9 milhões por mês. Em 2014, o repasse foi de R$ 151 milhões, um reajuste na ordem de R$ 40 milhões. O atual presidente da Casa, deputado Antonio Albuquerque, assegura que hoje não é candidato, mas também não revela se vota em Luiz Dantas.
“Tenho uma excelente relação com ele [Dantas]. Uma relação respeitosa, cordial, de décadas. Foi ele quem me colocou na política. Acredito que essa discussão deve acontecer no momento correto”, expôs Albuquerque, que assumiu a gestão do parlamento após o deputado Fernando Toledo (PSDB) tomar posse como conselheiro do Tribunal de Contas (TCE/AL).
Dantas é do mesmo partido do governador Renan Filho. O chefe do Poder Executivo disse que, apesar das discussões travadas na Assembleia, ate o momento não participou das discussões que apontam quem deve ser o presidente da Casa. O governador reconhece a importância de ter um Parlamento forte, sobretudo diante da necessidade da aprovação de projetos importantes que visam reestruturar a área administrativa e financeira do governo de Alagoas.
No retorno dos trabalhos da ALE, a Mesa Diretora deve colocar em pauta a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Básica (Fundeb) e a Lei Delegada, que vai reorganizar a estrutura administrativa do estado.
“Sou candidato. É preciso ter calma e buscar o diálogo com todos. Acredito que podemos superar todos esses problemas. Meu objetivo, como presidente, é trazer uma Assembleia mais próxima da população, que discuta Alagoas sempre. Acredito que com um trabalho sério e eficiente é possível resgatar o respeito e admiração do povo pelo Parlamento”, resumiu Dantas, que não quis adiantar quantos votos já têm em torno do nome peemedebista.
“Ainda estamos conversando com todos. É um trabalho de composição, ouvindo um a um”, completou ele. O discurso de resgate moral da Assembleia foi reforçando por Medeiros.
Duodécimo
Os futuros integrantes da Mesa terão um gordo duodécimo para realizar os ordenamentos de despesas da Assembleia. O Poder Executivo deve enviar mais de R$ 191 milhões nos próximos 11 meses, cerca de R$ 15,9 milhões por mês. Em 2014, o repasse foi de R$ 151 milhões, um reajuste na ordem de R$ 40 milhões. O atual presidente da Casa, deputado Antonio Albuquerque, assegura que hoje não é candidato, mas também não revela se vota em Luiz Dantas.
“Tenho uma excelente relação com ele [Dantas]. Uma relação respeitosa, cordial, de décadas. Foi ele quem me colocou na política. Acredito que essa discussão deve acontecer no momento correto”, expôs Albuquerque, que assumiu a gestão do parlamento após o deputado Fernando Toledo (PSDB) tomar posse como conselheiro do Tribunal de Contas (TCE/AL).
Dantas é do mesmo partido do governador Renan Filho. O chefe do Poder Executivo disse que, apesar das discussões travadas na Assembleia, ate o momento não participou das discussões que apontam quem deve ser o presidente da Casa. O governador reconhece a importância de ter um Parlamento forte, sobretudo diante da necessidade da aprovação de projetos importantes que visam reestruturar a área administrativa e financeira do governo de Alagoas.
No retorno dos trabalhos da ALE, a Mesa Diretora deve colocar em pauta a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA), rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Básica (Fundeb) e a Lei Delegada, que vai reorganizar a estrutura administrativa do estado.
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